quarta-feira, 10 de junho de 2026

Vereador Ronaldo Camargo questiona retirada de vigilância em centros esportivos e cobra medidas de segurança


Preocupado com a segurança dos usuários e a preservação do patrimônio público, o vereador Ronaldo Camargo (PL) apresentou o Requerimento nº 162/26, no dia 09 de junho de 2026, solicitando esclarecimentos da Prefeitura sobre a retirada ou redução da vigilância patrimonial em centros esportivos, campos e ginásios municipais.
 
O parlamentar destaca que a ausência de vigias tem contribuído para o aumento de furtos, invasões e atos de vandalismo em diversos espaços esportivos da cidade. Entre os casos citados estão os furtos de fiação elétrica ocorridos por duas vezes no Centro Esportivo Recreativo Municipal Aldovir Gori (Cermag), o furto registrado no Ginásio Poliesportivo "Willian de Souza Ferreira" no Jardim Mirante dos OVNIs, e a tentativa de invasão ao Ginásio Poliesportivo "Prof. João Carlos de Camargo", no bairro Altos de Votorantim.
 
Segundo Ronaldo Camargo, além dos prejuízos causados ao patrimônio público, a falta de vigilância compromete a segurança de atletas, crianças, famílias e demais frequentadores dos espaços esportivos. “A presença de profissionais responsáveis pela segurança traz mais tranquilidade aos usuários, ajuda a preservar os equipamentos públicos e inibe ações criminosas e atos de vandalismo”, ressaltou.
 
No requerimento, o vereador questiona os motivos que levaram à retirada dos vigias, solicita informações sobre os prejuízos financeiros decorrentes dos furtos e danos registrados e cobra medidas efetivas para reforçar a proteção dos próprios públicos esportivos.
 
Para o parlamentar, é necessário avaliar se os gastos com reposição de materiais furtados, manutenção corretiva e recuperação de estruturas danificadas não acabam sendo superiores ao investimento necessário para manter equipes de vigilância nos locais.
 
“Precisamos proteger o patrimônio público e garantir que esses espaços continuem atendendo a população com segurança e qualidade. Preservar o que é de todos também é uma forma de respeitar o dinheiro do contribuinte”, concluiu Ronaldo Camargo.
 
 
 
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