Durante a 16ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de
Votorantim, o vereador Ronaldo Camargo (PL) apresentou o Requerimento nº
134/26, solicitando à Prefeitura informações detalhadas sobre ações, estudos
técnicos e possíveis projetos voltados ao combate da poluição sonora provocada
por motocicletas e veículos com escapamentos adulterados no município.
O parlamentar destacou que as reclamações da população vêm
crescendo de forma preocupante, principalmente em bairros residenciais e
regiões de grande circulação. Segundo Ronaldo Camargo, a falta de fiscalização
efetiva tem contribuído para que o problema se torne cada vez mais comum na
cidade, afetando diretamente a qualidade de vida dos moradores.
“O que antes acontecia de forma isolada, hoje se tornou uma
realidade frequente em diversos bairros de Votorantim. A população está cansada
do excesso de barulho causado por motos com escapamentos adulterados,
especialmente durante a noite e madrugada. Precisamos de fiscalização mais
eficiente e de medidas concretas para devolver tranquilidade e segurança aos
moradores”, afirmou o vereador.
No requerimento, Ronaldo questiona quais estudos técnicos,
levantamentos acústicos e planejamentos estratégicos já foram realizados pelo
município, além da possibilidade de implantação de radares antirruído e
sistemas automatizados de fiscalização sonora em vias públicas.
O documento também solicita informações sobre o mapeamento
das regiões com maior número de denúncias, reclamações e ocorrências
relacionadas à perturbação do sossego, bem como quais medidas educativas,
operacionais e fiscalizatórias vêm sendo adotadas pelo Poder Executivo para
enfrentar o problema.
Outro ponto abordado pelo vereador é a possibilidade de
Votorantim desenvolver projetos-piloto utilizando tecnologias já debatidas e
aplicadas em outras cidades brasileiras, como radares equipados com sensores
acústicos e inteligência artificial capazes de identificar veículos com emissão
sonora acima dos limites permitidos pela legislação.
Ronaldo Camargo ressaltou ainda que tanto a legislação
federal quanto a municipal já proíbem veículos com escapamentos adulterados,
porém a ausência de fiscalização adequada acaba fortalecendo a sensação de
impunidade.
“O cidadão de bem não pode continuar refém da perturbação
sonora. Estamos falando de qualidade de vida, respeito à população e segurança,
especialmente para idosos, crianças, pessoas enfermas e trabalhadores que
precisam descansar”, concluiu.
Fonte:
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